Me envie uma PM com o texto: "Achei o blog Cocô de andróide", assim saberei que vc conclui a etapa 1.
Pista 2: Assinatura.
Como uma fênix, novamente ressurjo das cinzas. Na verdade não eu, mas o blog, esquecido. Como disse antes, apenas mais um pra preencher as buscas do Google. Acho que essa insistência tem a ver também com desapontamento. Muitos diriam que "sou brasileiro e não desisto nunca" mas assumir essa frase seria carimbar minha testa com uma marca que não me contempla. O duro é que quanto mais eu reviro a bosta (ou nesse caso, o Cocôzinho positrônico carinhosamente chamado de blog) menos ela fede. Alguem entrou aí, acidentalmente e me deixou uns comentários: propagandas. É um alento. Algumas das maiores descobertas do mundo foram acidentais. E se alguem entrar aí e "me descobrir" ficarei lisongeado em poder comrpartilhar esses meus excrementos.
E agora, o que pretendo é remodelar essa bagaça. Mãos à obra.
Tiraram meu blog do ar?? Bah!!!
161 dias de um hiato monotóno e dispensável de adjetivos maiores. O que mais me incomoda é minha insistência em reviver minha merdinha positrônica. Blá blá blás que ajudam a aumentar um pouco mais o lixo eletrônico das suas buscas no Google. Pra mim isso ainda serve como um alento maior: externar uma pluralidade de coisas escondidas em letras de forma Arial 10 Itálico. E se isso servir pra alguém, que bom. É só passar o endereço que eu envio o boleto.
Os poetas costumam sentir a inspiração. E todos nós somos poetas ao decorrer da nossa existência, mesmo que por algumas vezes isso seja imperceptível aos nossos olhos.
Sendo assim, parece haver discordância já que nem todos percebem a poesia da vida. Ela é intrínseca.
É necessário tanto esforço quanto dedicação para nos sobressairmos bem na plenitude intrigante e ousada da vida. É por isso que a poesia se une a cada um de nós.
Não é necessário um motivo para fazer da vida uma rima constante. Os versos que darão suporte às nossas “estrofes” serão escritos dia após dia. As felicidades, as tristezas, os entusiasmos serão compartilhados, e se não, a poesia morre.
Falar de vida e poesia pode parecer um tanto distorcido, mas a verdadeira felicidade é utópica. E o mais próximo de ser feliz, é ser poeta.
To end up alone
in a tomb of a room
without cigarettes
or wine -
just a lightbulb
and a potbelly,
gray-haired,
and glad to have
the room.
...in the morning
they're out there
making money:
judges, carpenters,
plumbers, doctors,
newsboys, policeman,
barbers, carwashers,
dentists, florists,
waitresses, cooks,
cabdrivers...
and you turn over
to your left side
to get the sun
on your back
and out
of your eyes.
Charles Bukowski.
É preciso perceber as mudanças e realinhar alguns pensamentos antes que tudo aquilo que foi construído desabe, e nós talvez não estejamos preparados pra ficar sem chão. Tudo que é preciso, as vezes, é ficar calado escutando as coisas mais banais e depois ao final levantar a cabeça, sorrir e dizer: "Eu sei" ou "Tá legal". Na hora em que aquela pessoa "cair do cavalo" ou simplesmente "quebrar a cara", o melhor a se fazer é ajudá-la a levantar e não ficar dizendo: "Não te falei".
Tudo o que algumas pessoas precisam é de um choque no cérebro. Mas eu me contento em dar só meu apoio.
É possível que você sinta o mesmo
Um sentimento por dentro, que sobe
Um aperto no peito
O alívio
...e pode ser doce,
E pode ter cheiro de maça,
E pode simplesmente te fazer soluçar.
Mas não se encante,
Não se espante
Não finja.
As pessoas não são como os produtos que consumimos, mas ainda assim possuem seus rótulos. Não são regidas pelas normas do INMETRO, e talvez por isso não exista um padrão de informações como nas embalagens. Sim, todos nós temos um rótulo estampado, porém ele não é universal. Nossos rótulos por muitas vezes não demonstram nem identificam realmente qual é a especificação do “produto”, ao contrário dos iogurtes, potes de geléia e biscoitos. Talvez você seja o presidente da fábrica, mas não passe de um miserável para os outros. Talvez você seja o serviçal de limpeza da cozinha e tenha mais respeito que seu Chefe de Controle de Processos. Esse rótulo, conquistado, realmente não pode ser imposto. E felizmente, o INMETRO nada pode fazer...
Sem outra opção, aquele canto fétido foi o meu aposento naquela noite. Posso garantir que não foi uma noite maravilhosa. Minhas costas sofreram com a rigidez da cama, e a insônia perturbou por um bom período da noite. Não dormi muito, apenas o suficiente para deixar ainda mais sôfrego o meu corpo. Acordei com a forte chuva que despejou durante a madrugada. Dormir já não era tão essencial e então por fim amanheceu. A porta trancada. Fiquei preocupado em sair daquele lugar e não dei importância ao motivo da porta estar trancafiada. Inutilmente tentei arromba-la. A pequena janela daria certamente para uma criança, mas não para mim. Sentei-me na cadeira empoeirada, esperando que a solução caísse ao meu colo. Retornei os pensamentos. Pisados de criança que na verdade eram gatos, dor de cabeça certamente provocada por um trauma na cabeça, um quarto imundo trancado comigo dentro, pequena janela... Uma criança passa pela janela. Gatos também...
5 minutos. Esse é todo o tempo que me disponho para escrever algo que me retoque os sentimentos perdidos a tempos, bobagens que ficaram isoladas em algum canto da sala imaginária da mente. Ultimamente as coisas parecem fluir de uma forma menos intensa, como se a areia da ampulheta estivesse molhada e a lama endurecesse no afunilamento que define a passagem do tempo. A visão já não enxerga tão longe (o quanto precisa) e o chão tem sido a lembrança visual mais constante. As amizades não tem tido a mesma estrutura e as irritações por futilezas alheias têm sido constantes. Ambiguações mentais, paradigmas contemporâneos, bifurcações de opniões, ramificações: tudo isso te tira do foco. E lá se foram mais 5 minutos.
A genialidade aliada à ousadia, musicalidade. Para muitos uma obra-prima. Para outros apenas mais um que passa despercebido aos olhos (e ouvidos) da ignorância. Referencias a Piet Mondrian, Salvador Dali, René Magritte, Leonardo Da Vinci é que fizeram desta obra, uma música-prima.
Provavelmente, em alguns momentos, você deve ter pensado "de que isso me adianta?" e quase que instantaneamente, você percebe a resposta e descobre que isso é um estigma. Um estigma não no sentido da condenação, ou da obrigação de fazer algo, mas da nossa incumbência em fazer algo certo no mundo. E tem vezes que a gente imagina "poxa, isso é apenas papo de politização, eu não quero ser a nova Madre Tereza de Caucutá" e realmente, esse pensamento é certo. Mas daí você para, reflete e conclui: “Dessa vida, eu viveria tudo de novo”. Nesse momento é que a gente percebe, que por mais ruim que esteja, e por menores que forem os bons momentos, eles serão potencializados da mesma forma que os momentos ruins serão minimizados em nossa memória. Porra, viver é isso. É tecer a cada dia a experiência de uma vida e levar o pontapé no fim da linha. Acostumar? Dificilmente alguém o faria. Mas a gente precisa usar uns óculos quando nossa visão fica míope...
Ele necessita de umidade. É a única razão para se desligar do mundo por 100 milésimos de segundo, aproximadamente 11.000 vezes por dia. Isso significa dizer que por dia nosso cérebro fica “desligado” num período de pouco mais de 18 minutos. No transcorrer de um ano, isso nos leva a incrível (ou não) marca de 4 dias 15 horas e 30 minutos com o cérebro desligadão.
Esses cientistas aí que num tinha nada melhor pra fazer, chegarão a conclusão de que o cérebro fica em completa escuridão quando nós piscamos. Eles descobriram que a piscadela reprime a atividade cerebral no córtex visual (made in Ctrl + V).
*todos os erros de cálculos são de minha responsabilidade
**Só a última frase foi copiada (achei ela bunitinha)
***Adoro asteriscos
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